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Há possibilidade do Brasil voltar ao patamar de passageiros pré-pandemia?

ha possibilidade de voltarmos no brasil ao patamar de passageiros dos tempos pre pandemia

Há possibilidade do Brasil voltar ao patamar de passageiros pré-pandemia? A queda da economia atinge primeiro, e mais fortemente, os mais frágeis, que geralmente são dependentes do transporte coletivo

EVANDRO SPINELLI

As Mudanças

As mudanças que a pandemia do novo coronavírus vai provocar no comportamento das pessoas causaram também profundos impactos no transporte. Além disso, o verbo está no futuro porque o Brasil está em plena epidemia de Covid-19, mas nos locais que já começaram o processo de retomada os impactos começaram a ser sentidos.

Reportagem recente da agência Bloomberg trouxe dados entusiasmantes para o setor de óleo e gás, mais preocupantes para o transporte coletivo. Além disso, na Alemanha, o preço da gasolina já começou a se recuperar, após forte queda durante a pandemia.

O presidente da petroleira francesa Total, Patrick Pouyanne, disse à Bloomberg que as pessoas estão usando mais o carro nos locais em que a retomada já começou pelo medo que têm de se contaminar no transporte público.

Os Dados

O transporte público de Berlim tem 61% menos passageiros que o período pré-confinamento. A China, país onde o fim do isolamento começou primeiro, sistemas de metrô também registram forte queda no número de passageiros: 53% em Pequim, 39% em Guangzhou e 29% em Xangai. Nessas cidades, os congestionamentos matinais já estão com médias superiores às registradas no ano passado.

É bem verdade que estamos falando de países economicamente mais estruturados, nos quais as pessoas podem ter a opção de usar o carro ou o transporte coletivo. Não é a realidade do Brasil, ao menos não para parcela significativa dos usuários do transporte. Mas é necessário ficarmos atentos às mudanças comportamentais em outros locais para não sermos surpreendidos quando nossa quarentena acabar.

Já é certo: não há possibilidade de voltarmos, no Brasil, ao patamar de passageiros dos tempos pré-pandemia. A queda da economia atinge primeiro, e mais fortemente, os mais frágeis, que geralmente são dependentes do transporte coletivo.

As Preocupações

Além disso, há a preocupação, já identificada na Europa e na Ásia, com o risco de contaminação. Evitar uma grande proximidade com outras pessoas, o que inclui a aglomerações e, claro, o transporte coletivo, é uma das orientações para fugir do risco de contaminação. Enquanto não houver cura ou tratamento eficaz para a doença causada pelo novo coronavírus, a recomendação vai se manter. Ou seja, quem puder vai fugir do transporte; quem não puder vai pressionar o Poder Público por ônibus, metrô e trens mais vazios.

Com essa esperada fuga de passageiros, o natural seria recorrer ao Poder Público e buscar reequilíbrios contratuais. Mas o ambiente não é propício. O aumento dos gastos para o combate à epidemia e a queda da arrecadação com a retração da economia já estão drenando o caixa das prefeituras e governos estaduais e federal.

Opções

Num primeiro momento, restará a opção de reduzir custos. Isso inclui evitar desembolsos que possam ser adiados (investimento na renovação da frota, por exemplo) e reduzir os custos operacionais. E com a dificuldade adicional de fazer isso tudo dentro dos parâmetros contratuais. Isso afeta toda a cadeia, das operadoras às encarroçadoras.

Claro que os impactos econômicos causados pela pandemia não é exclusividade do setor de transporte. Mas outros setores têm oportunidade de se reinventar, seja buscando novos mercados, seja readequando sua estrutura ao tamanho de sua nova demanda.

O transporte é serviço essencial, que não parou durante a pandemia, e tem obrigações contratuais a cumprir. A reinvenção não é simples. Mas é necessária, e possível de ser feita. Passa por digitalização de processos, profissionalização da gestão e melhoria da imagem e da qualidade do serviço. Muitos vão demorar a entender e sobrará a opção de sair do ramo. Pode haver uma consolidação do setor, com fusões e aquisições. Sobreviverão os melhores. A lista dos futuros sobreviventes está sendo escrita neste exato momento.

 

* Evandro Spinelli é estrategista empresarial e político. Jornalista, sócio-diretor da c2ri soluções em comunicação, é especialista em gestão de crises e construção de imagem. Membro do conselho da Cruz Vermelha de São Paulo, possui certificação para conselheiros de administração pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa).

 

Fonte: https://diariodotransporte.com.br/


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